"A relação analítica (…) é uma relação temporária, mas desalienante e maturativa, de ajuda e incitamento à libertação de presilhas intersubjectivas – e “desimpedimento do Eu”, na expressão de Edward Bibring – e ao renascimento da esperança.
No limite da análise pura, o analista é apenas um catalisador da reacção espontânea de desmantelamento do modus patológico e patogénico da relação sócio-afectiva, tratamento/reciclagem de lixos e resíduos tóxicos e de retoma do crescimento e expansão da mente.
Deste modo, na cura ideal o que se passa é uma auto-análise assistida; mas que nem por isso deixa de ser, quando é bem feita, uma verdadeira refundação da pessoa e do seu relacionamento consigo própria e com o mundo".
António Coimbra de Matos
No limite da análise pura, o analista é apenas um catalisador da reacção espontânea de desmantelamento do modus patológico e patogénico da relação sócio-afectiva, tratamento/reciclagem de lixos e resíduos tóxicos e de retoma do crescimento e expansão da mente.
Deste modo, na cura ideal o que se passa é uma auto-análise assistida; mas que nem por isso deixa de ser, quando é bem feita, uma verdadeira refundação da pessoa e do seu relacionamento consigo própria e com o mundo".
António Coimbra de Matos

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